Um estudo para cRua em três lugares de Lisboa – Pedras 18

Quando a criação emerge do quotidiano do trabalho de pesquisa, algumas evidências se fazem ver. Trazendo a atmosfera cRua por dentro do festi val Pedras 18, pudemos reconhecer que para esta nova criatura (cRua) não faz sentido ser vista com cerimónia, ou por outra, performativamente falando, tem mais a ver com um filme do que com algo que se aceita um convite para vir… ver…

A cRua vive na rua, se calhar passam dias e passam noites e ela continua ali, por entre praças, largos, ruelas. Segue dançando por Lisboa, sacudindo a poeira, ouvindo as conversas dos que passam, cheirando as histórias dos que ficam… co-existe com a vida de cada lugar, tem a sua forma de ser e estar, mas não vem ali fazer nada que não seja existir em estado de dança. Acho mesmo que isso é um filme, e que assim, pode viajar pelo mundo. Uma declaração de amor por Lisboa, com as feridas abertas.

As imagens à baixo, são documentos registados em estado de dança, pela Clara Bevilaqua.

Dia 1. Largo de São Domingos

 

Dia 2. Praça do Martim Moniz

 

Dia 3. Largo de São Nicolau

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